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Inserindo-se na tendência generalizada entre as diretrizes curriculares para os cursos de graduação, as diretrizes curriculares para os cursos de História dispõem sobre a flexibilização curricular. É preciso oportunizar aos graduandos o contato com pesquisas de ponta, novas concepções teóricas, novas metodologias e abordagens em suas áreas de conhecimento, bem como possibilitar o seu trânsito entre as demais áreas do conhecimento, em atividades inter e transdisciplinares. Ainda, necessário se faz estimular sua participação em atividades científico-culturais não exatamente vinculadas às disciplinas curriculares (participação em eventos científicos, exposições, relatórios de pesquisas, monitorias, etc.). Essa última questão está mesmo prevista na distribuição de carga-horária regulamentada pelo parecer CNE/CP 28/2001, referente aos cursos de formação de professores. O parecer prevê um mínimo de 200 horas para tais atividades. Já as Diretrizes Nacionais para os cursos de história, dispõem através do parecer CNE/CES 492/2001, item 5.2: “As atividades acadêmicas complementares (estágios, iniciação científica, projetos de extensão, seminários extra-classe, participação em eventos científicos) poderão ocorrer fora do ambiente escolar, em várias modalidades que serão reconhecidas, supervisionadas e homologadas pelos colegiados/coordenações de cursos.”
Na estruturação do curso de História, a flexibilização curricular acontecerá em dois momentos. Em primeiro lugar, em duas disciplinas “optativas” e nas Atividades Curriculares Complementares (ACC), “Modalidade I.” Por outro lado, as 200 horas em atividades científico-culturais, serão realizadas, em consonância com as normas da Unifra, por meio da realização das Atividades Curriculares Complementares (ACC), “Modalidade II”.
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